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2 de julho de 2009

Entrevistas a Daniel Radcliffe e Rupert Grint

Os actores de Harry Potter, Daniel Radcliffe e Rupert Grint (respectivamente, Harry Potter e Ron Weasley na história) foram, recentemente, entrevistados acerca dos novos filmes: Príncipe Misterioso e Talismãs da Morte; não esquecendo outros assuntos também importantes sobre a série.

Nas entrevistas, Daniel falou, essencialmente, na sua relação com Michael Gambon (Albus Dumbledore) em termos profissionais e do seu beijo com a actriz Bonnie Wright (Ginny Weasley).

Disse, ainda, que o facto de o ultimo livro ser dividido em dois filmes o deixou bastante contente, já que, se assim não fosse, teriam de ser cortadas muitas partes importantes.

Rupert Grint, foi mais longe, falando, para além dos três últimos filmes da série, do final da saga e das experiências vividas nas gravações das cenas de Quidditch.

Ambas as entrevistas podem ser conferidas, na íntegra, em "Ler resto da notícia".

Fonte: PotterNews

Daniel Radcliffe

“As minhas cenas favoritas são sempre as escuras” - diz Daniel. “Quando leio o guião pela primeira vez é o que eu procuro sempre e é o que eu quero ver incluído. Mais ainda em filmes Harry Potter, porque, temos também um público adulto. Na realidade uma das coisas que desapontou no sexto filme de Harry Potter é que não há tanto desse elemento”.

No geral “há muitas trevas e não há muitas risadas, portanto David disse que era melhor dar ao público mais comédia enquanto temos. Há enormes oportunidades para comédia no sexto filme e usamos todas elas, apesar de esta não ser a minha inclinação. Adoro assistir a comédias, mas fazê-las é outra coisa”.

Daniel revelou, também, estar aliviado por Talismãs da Morte ter sido dividido em duas partes, o que vai permitir que a história seja contada sem cenas cortadas: “Estou muito feliz que o sétimo livro esteja a ser feito em dois filmes”, comenta Daniel, “porque eu estava preocupado que tivessem que cortar cenas importantes. Por exemplo, no quarto filme, podem cortar o elfo doméstico e as suas subtramas e não afectou em nada a história original. E no segundo filme eles cortaram o Nick Quase Sem Cabeça. Na verdade todos os personagem têm caído no esquecimento. O problema de fazer isso é que no último livro, está tudo relacionado com a história principal ou a história que segue. Há muita coisa que tu não podes cortar. Então, nós demos espaço e oportunidade para fazer justiça”.

“Eu sempre adorei trabalhar com o Michael, mas eu nunca tive uma grande intimidade com ele em cena. Foi emocionante saber que estávamos a ir dar uma boa vida para essas cenas. Os primeiros quatro meses foi só eu e ele, o que foi grande. Na verdade quando o resto do elenco finalmente chegou, pensei: ‘Eu não gosto disto’. Ele é um dos melhores actores com quem eu já trabalhei e provavelmente o menos profissional. Ele faz tudo ao seu redor ter uma alegria absoluta. Ele não leva nada a sério, está sempre com um sorriso, mas de alguma maneira parece transformar-se no momento em que as câmaras começam a gravar. Devido ao nosso grande tempo juntos que significava que tínhamos a oportunidade de construir uma grande relação fora das câmaras e espero ter traduzido isto para as telas”.

“No momento que fiz este filme, já tinha feito uma cena nu no palco (do teatro) e algumas cenas de beijo, e eu estava totalmente saciado. Pobre Bonnie, estava muito nervosa. Ela nunca teve que fazer isso e eu tinha que ser calmo com ela e ela fez muito bem. Então é claro que tu tens o Rupert e os prazeres carnais do seu relacionamento com a Lavender, que é muito divertido”.

RUPERT GRINT
“Eu estava a pensar sobre como vai ser quando estivermos a fazer qualquer coisa, após o último filme. Isso vai ser realmente estranho, na verdade. Neste momento, parece muito distante. Eu não sei o que vou fazer, realmente. Vou sentir falta, penso eu, porque isto tem sido a minha vida toda durante um longo tempo e é o que eu realmente gosto de fazer. Tudo isto, isto é o que sei…”
Sobre o Quidditch:

“Ela deixa-te ferido, uh, essa bicicleta aérea. Não é tão divertido quanto eu pensava que seria”.

Sobre Daniel Radcliffe:

“Dan é um dos que está mais motivado, ele é ambicioso e que conhece muito poucas coisas no caminho. Estou um pouco mais em volta. E Emma, quero dizer, ela é muito fixe. Estamos todos muito bem para chegar lá, ela é apenas uma boa amiga. Uma grande pessoa”.

Sobre o trio no final da série:

“Eu acho que vai ficar triste quando este (filme), todo ele, quando estiver tudo acabado. Lendo o último livro, não havia tanto em se falar que ia morrer. Então eu meio que esperava, eu quero dizer, eu, Dan e Emma não sobreviver. Ou os nossos personagens, quero dizer. Fiquei agradavelmente surpreendido, no entanto. Fico feliz que ela (J.K.) terminou no modo como ela queria. Todos fazemos isso”.

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